O Rio foi mais ou menos assim: uma delícia. Ela conta pra vocês...
Numa sintonia perfeita eles chegam ao mesmo tempo. Juntos. E juntos foram bebemorar a beleza daquele lugar. Um brinde ao acaso, ao show e àquela união. E ainda era quinta-feira.
Mar combina com madrugada. Madrugada rima com empolgada e empolgada era aquela turma, que foi parar em Ipanema. E a sexta chegou cedo.
Se você que lê conhece um tal de Felipe Izar sabe que ele acorda antes de todo mundo. E sabe que ele acorda os outros. Naquele dia não foi diferente. Acordados, música, sol, céu azul, praia.
Pôr-do-sol, fim da cerveja, casa. Uma casa ótima. Com música que não acabava mais. E o som bem alto pra animar. Eles tinham bom gosto. Incubus, Rolling Stones, Mutantes, David Gilmour, Eric Clapton, Robert Plant, Red Hot, Jeff Healey, Paul McCartney, Elis e vaaaarios outros de babar vendo o DVD.
Falando em DVD, o comentário pegou geral... Ô zero dois, tu é muleque 02. Pede pra sair, pede pra sair... Faca na caveira, nada na carteira... Sim, eles também assistiram Tropa de Elite. E decoraram todas as falas. Mas a sexta ainda não acabou.
Lapa. Ah, a Lapa. Eles deliraram com o arco, com as pessoas, com o movimento, com as diferenças, com o circo, com todas as possibilidades que aquele lugar oferecia. Uns foram para o baile funk, outros para o bar/boate e outros para o bar/cerveja. Todos voltaram mais empolgados do que foram.
Sábado era o grande dia.
A manhã passou rápida. Na cama. A tarde chegou e a praia já estava cheia. Ficaram lá até o sol se pôr desfrutando bem o último dia juntos no/do mar. E assim abandonaram a idéia de ver a oitava maravilha do mundo. E a noite veio.
Incubus, Barra, Patota. Um show que eles não vão esquecer.
A volta revela que o fim de semana estava chegando ao fim. Realmente tudo que é bom dura pouco. Mas o suficiente para ser lembrado.
E eles voltaram felizes pra casa.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
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Um comentário:
Pareceu-me realmente memorável.
Saudades de viajar com essa patota, que acho que já deixou de ser uma patota, já virou uma família.
Seja onde for, seja como for, tudo sempre acontece. E sempre acontece numa sinergia que faz o que acontece sempre memorável.
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